quinta-feira, 27 de abril de 2017

Meu Amigo Cabra Macho

Me chamo Zé Antônio. Sou um cabra macho; ou pelo menos era, há alguns dias. Vi minha virilidade entrar em colapso quando me flagrei desejando o mastro cabeludo do meu amigo "parceria" Marcão.

Nunca mamei rolas. Melhor, nunca tinha mamado até então.

Eu tomava banho já fazia uns quinze minutos no banheiro da firma. Deslizava o sabonete pelo corpo todo, deixando depois a água levar sua espuma até o ralo. Ele entrou de repente. Éramos bem machos, a ponto de ignorar a nudez um do outro.

Abriu o zíper do jeans, tirou o pau para fora e desencapou a cabeça. Mirou o buraco do vaso, ergueu a cabeça e fechou os olhos enquanto urinava. O pau dele era bem mais grosso que o meu. A única coisa que separava o espaço do chuveiro onde eu estava do vaso sanitário era uma mureta baixa. Começou a conversar comigo enquanto ainda esvaziava a bexiga.

Papo vai, papo vem, eu discretamente não tirava o olho do mastro. Ele percebia eu olhando fixo. Me olhava também. A gente não ligava para isso. Éramos homens, afinal.

Ele terminou de mijar, balançou a ripa e continuou falando comigo com o pau para fora. Eu parei meu banho, joguei a toalha no ombro, recostei-me na mureta e passei a prestar atenção nele. Às vezes, seu pauzão bem na minha frente era a única coisa que eu conseguia ver enquanto lhe ouvia o desabafo.

Falou da família, do patrão, da sogra e da vida enquanto eu encarava a cabeçona exposta de seu dote. Hora ou outra ele mexia no saco. Eu disfarçava. Logo estava olhando de novo, viciado.

Me flagrei gostando daquilo. Seu pênis era bonito. Ele desafivelou a cinta, abaixou a cueca, como se quisesse me exibir seu dote flácido, seus testículos, seu pentelho encaracolado, tudo. Eu fitei o homem, assisti cada movimento seu ansioso de que não terminasse, confesso.

Chegou com a virilha bem perto do meu rosto. Eu afastei um pouco, para disfarçar. Ele então surpreendeu. Acariciando sua tora, perguntou:

― Quer mamar?

Eu estremeci. Levantei, meio aborrecido. Lacei a toalha ao redor da cintura. Xinguei. Chamei de maluco por querer que eu o chupasse. A verdade é que eu tava doido para aquilo. Só fiz cena.

Nem me deu chance. Parece que adivinhou minha real vontade. Com um golpe me fez ajoelhar e forçou o pau semiereto entre os meus lábios salivando. Se eu me revolvi, resisti? Claro que não. Chupei tudo quietinho, sem alarde, como a vadia submissa que eu sempre quis ser.

Queria me fazer engolir tudo, como se coubesse. Eu tentei. Fiquei com medo de alguém se alarmar com a minha tosse, mas Marcão nem ligava. Pedia pra eu pôr pra fora a língua e socava tudo no fundo da minha goela. Malvado! Mas eu adoro "cabras" malvados!

Desatei a toalha da cintura e comecei a masturbar a mim com uma mão e a ele com a outra. Logo um jato quente de esperma encheu minha boca desavisada. Incrível como gozou! Aquela porra viscosa começou a escorrer pela minha cara. Eu parecia um banco de esperma; e que delícia ser um!

Me fez galgar na mureta como em um cavalo, e arrebitou meu traseiro cabeludo. Senti o dedo do maldito entrar rasgando no meu cuzinho. Urrei abafadamente quando foi socando mais dedos. Lambuzou minha orla anal com saliva e então, depois de outra chupada, enterrou tudo que tinha no meu traseiro.

Maluco, que negócio doído! Eu nunca tinha levado ripa atrás, não sabia que era daquele jeito. Se eu soubesse, já teria dado antes!

Se afastou um pouco e continuou bombando o pau no meu rabo até achar a velocidade. Eu não podia gemer alto, mas não conseguia. Ia acabar atraindo a firma toda com o macho montado em mim. O danado me batia forte. Me chamava de vadia, égua. Me mandava gemer mais, como se eu tivesse opção. Tava arrombando meu buraco virgem.

Gelei quando um outro cara da firma entrou no banheiro. Era o Gustavo. Ficou estático vendo o entra e sai da tora do Marcão me enrabando e eu gemendo igual a cadela que eu era. Que louco! Ele tirou a ripa peluda pra fora também e veio segurando ela para o lado da minha boca.

Envolvi aquele pau pulsante com meus lábios sedentos enquando me contorcia na tora do Marcão. Agora eu entendia o porquê do apelido Marcão! Se não me engano, disse que foi a esposa que passou a chama-lo assim. É porque o danado tinha uma rola desgraçada de grande, e tava assolando meu cuzão haviam vários minutos.

Mal podia gemer e chupar o pau do Gustavo ao mesmo tempo. O maldito mijou na minha boca. Mesmo cuspindo, ele continuou mijando na minha cara e rindo enquanto Marcão me massacrava. Ah, o tesão era tanto, que bebi o mijo dele. Bebi mesmo!

Comecei a babar as bolas dele enquanto ele se masturbava lentamente. Senti o pau do Marcão sair e não entrar mais. Adivinha o que ele tava fazendo? Ele tava tirando uma foto da cratera que fez no meu rabo. Revezaram: Marcão veio entupir minha boca com sua ripa grossa e Gustavo foi enterrar a sua no meu buraco dilatado.

Nem senti direito o pau do homem entrar, pois Marcão já tinha feito o estrago todo. Meu cu nem piscava. Me pus a babar o mastro latejante do homem na minha frente, tentei garganta profunda e tudo mais. Tudo inútil... Não entrava nem a metade da ripa.

Quando menos esperei, Marcão me presenteou com um novo jato de porra viscosa na goela. O outro, lá atrás, encheu meu rabo de sua goza maravilhosa enquanto eu sugava o líquido do primeiro. No fim, eu realmente parecia um banco de esperma, e como disse, é maravilhoso ser um.

Tive de tomar outro banho, mas daquela vez, dividi chuveiro com os dois dotadões e tomamos banho juntos, apertados no mesmo espaço exíguo.

Deixei o emprego, depois me arrependi, mas, fazer o que, né? Os machos nem falavam mais comigo e eu fiquei com receio de ter que trabalhar ali, com eles dois, todos os dias, depois da cadela submissa que eu fui. Saí da firma.

Recebi algum tempo depois uma mensagem no Whatsapp. Era do contato que eu nomeei carinhosamente Marcão "Bem Dotado" Fochiera.

A mensagem tinha a foto do meu rabo arrombado por ele e a legenda dizia assim:

"E ae, tava afim de tirar outra foto dessa. Bora?"

Nem preciso dizer o que eu respondi, né?

"FINE"


Virgílio Orestes, 24 de Junho de 2016.

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