sábado, 11 de junho de 2016

Doce Vingança - Parte 2/2

Continuação da publicação anterior:

Sentou-se, o velho Burton. Despiu o rapazote em pé na sua frente. Encantado, deslocava as mãos pela extensão de seu corpo jovem e firme. Devia ter 15 anos, o garoto. “Vou deflorar você hoje, meu rapaz!”, confidenciou o xerife.
Abaixou as vestes rústicas daquele rapazola e pô-se a masturba-lo, rapidamente. Logo gozou com um gemido. O xerife exibia a poça de sêmen acumulada em sua mão com espanto. “Vou fazer uma dessas na sua boca, meu garoto!”
Burton atravessou o jovem em sua cama larga. Afastou suas pernas ligeiramente. O rapaz ingênuo sentiu o dedo grosso e áspero do xerife penetrar-se vagarosamente em seu orifício virgem. Arregalou os olhos azuis, contraindo as sombrancelhas louras.
Burton penetrou os centímetros de seu pênis curto no ânus rugoso do moleque. “Ah”, gemia ele, em cima do garoto. Abafou com a mão os seus gemidos agudos, impedindo-lhe a voz. Estuprou-o por inumeráveis minutos até enfim encher-lhe os lábios avermelhados de seu sêmen viscoso.
O rapaz, desconfiado e desconfortável, vestiu-se e saiu da casa do xerife sempre a olhar em volta. Pela escuridão das ruas, logo sumiu. O xerife ficara só, esticado sobre a cama, saboreando ainda o prazer de desvirginar aquele belo jovem, completamente nu.
Ouviu um barulho na porta. Ergueu-se depressa, apreensivo, pensando ser o rapaz de volta. Não era. Voltou-se para a cama, mas empalideceu quando viu a silhueta do negro Moisés, completamente nu, de pau rijo.
O negro fundeou o pau maciço ao ânus latejante do xerife surpreso. Este berrava, rangendo os dentes, subornado à dor de ser penetrado por um afro-americano bem dotado. Cada vez que o pau enterrava-se, rasgando-lhe, sua garganta desfazia-se em gemidos plangentes. Ninguém ouvia.
Moisés, encimando o xerife, não tapou-lhe a boca; queria ouvir suas súplicas. As lágrimas escorriam-se de seus olhos verdes enquanto seus lábios imploravam piedade. O negro, cego de vingança, sequer o ouvia. Enfiava-lhe o mastro no traseiro cabeludo, embrutecido, inexorável. Socava-lhe fundo; o possuía como fizera com o rapazote há pouco. Cada vez mais rápido e feroz.
O sangue de Burton já derramava-se pelas suas nádegas trêmulas, manchando os lençóis da cama. Gritava, pedia socorro, mas ninguém ouvia. A cidade parecia dormir profundamente.
No dia seguinte, quando o sol e o trinado das aves anunciou o dia, o xerife Burton encontrava-se morto sobre os lençóis da cama onde fora penetrado sem complacência. Ele, de bruço, tinha a calça baixada, as penas ligeiramente afastadas; os olhos ainda estavam abertos, olhando a janela; o ânus largo e róseo, e sobre as costas, lambuzando a camisa, o sêmen viscoso do negro Moisés que não descobririam jamais.

Jesús Blasco, 27 de Abril de 2016.

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