terça-feira, 31 de maio de 2016

O Professor

Texto: Virgílio Orestes

Meu nome é Albert. Sou ainda um jovem estudante. Minha mãe foi à minha escola há alguns dias saber por que minhas notas caíram tanto. Bom, o motivo é o meu professor!
Eu geralmente sou o aluno mais inteligente e relevante da minha turma, mas não posso ver a calça volumosa de um macho bonitão que minha atenção se volta totalmente para isso. O professor de biologia, no caso, é um desses!
Sempre dá aulas com a camisa entreaberta, exibindo o peitoral saliente e peludo. Tão másculo! Não consigo prestar atenção na aula, ainda mais que ele usa calças justíssimas. Ele já nos contou que, em outras épocas, serviu ao exército. Isso explica porque ele é tão gostoso!
Quando ele começa a falar, seus lábios parecem tão macios. Eu, definitivamente, não consigo prestar atenção no que diz. Fico imaginando por toda a aula como deve ser viril o seu corpo por baixo de toda aquela roupa justa. Já o desenhei vária vezes, só de cueca, no meu caderno. Fico tentado a desenhá-lo sem nada, como veio ao mundo, mas se alguém ver, estou frito!
Ah, não sei mais como descrevê-lo! Só sei que até hoje perco horas olhando o volumão na calça apertada dele. Uma vez tive a oportunidade de ver o pauzão dele bem na minha cara.
Nesse dia, precisei falar com ele. Ia lhe pedir algumas aulas de reforço. Depois da aula, quando a sirene tocou, me disseram que ele estava na sala dos professores. Entrei na sala, havia ninguém. De repente ouvi o barulho da descarga vindo do banheiro. Ele saiu pela porta, com a camisa toda aberta e a braguilha também. A princípio não falei nada sobre a braguilha. Ele apertou minha mão. Um aperto forte. Comecei a falar com ele. Mal conseguia me comunicar olhando aquele tórax maravilhoso. Todo musculoso, barriga trincada, peitoral peludo.
Ele ficava me olhando dentro dos olhos, fixamente, seriamente. Eu gaguejava um pouco. Até que lhe avisei sobre a braguilha aberta. Ele olhou para o seu pau, nem ligou. Tirou a camisa e jogou sobre uma cadeira, enquanto eu olhava fascinado para o seu tórax nu. Ele pegou minha mão e a deslizou pela sua barriga musculosa. Depois pôs a mão no meu obro, me empurrando para baixo, até eu ajoelhar. Então ele tirou o cinto. Abaixou a calça e a cueca.
Caí de boca naquele pau sem pensar muito. Era enorme e venoso, e latejava dentro dos meus lábios enquanto o professor gemia segurando minha cabeça. Eu nunca tinha chupado uma rola, sobretudo, uma tão grande! Enfiava na goela tudo o que eu podia. Acho que ele gostava quando eu me engasgava.
Depois de eu ter babado bastante o pauzão e as bolas dele, o professor me jogou no sofá. Rasgou minha camisa novinha e abaixou minha calça com força. Senti o dedo dele entrar rasgando no meu cuzinho virgem.
Depois de relaxar meu cu com o dedo, socou o pau bem fundo. Aquilo doía. Mas depois, passou a doer menos. Eu tentava não gemer, mas era quase impossível. Sua pica era muito grossa e meu cu latejava.
Ele me pôs pra chupar sua pica de novo e gozou dentro da minha boca. Era maravilhoso sentir o líquido viscoso saindo do pau do professor. Eu, que nunca tinha levado porra na cara, achei o gosto meio estranho, mas engoli tudo! “Seja um bom aluno e engula toda minha goza!” dizia ele pra mim, enquanto esfregava o mastro na minha cara, já toda lambuzada.
No fim, eu saí da escola todo melado, mas adorei! Nunca tinha chupado nada tão grosso nem dado a bunda, mas acho que fui muito bem. Cheguei em casa e minha mãe começou a fungar ao meu redor. “Que cheiro de macho é esse que tu tens, moleque?” Disse a ela que estava jogando bola com os amigos e ela caiu.
Foi depois desse episódio maravilhoso que minhas notas despencaram. Toda vez que eu entrava na sala, não parava de olhar a mala do professor e relembrar do dia em que ele me botou para mamar sua rola e me comeu. Foi aí que minha mãe foi até a minha escola para saber sobre minhas notas. Lá ela decidiu convocar o tal professor para me dar aulas extras de biologia em casa. Eu? Claro que adorei a ideia e já estou animadíssimo.



Virgílio Orestes, 18 de Fevereiro de 2016

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