quinta-feira, 5 de maio de 2016

Hauam, O Negro Egípcio - Parte 2/3

Continuação da publicação anterior:

Naquela noite, quando a lua minguante escalava a cortina negra do céu sobre o deserto, Goldas já batia à porta da cabana onde ele e Hauam marcavam seus eróticos encontros. Assim que o negro o atendeu:

― Oh, Hauam! Já pensava que tu não estavas aqui.

― Para que eu fui escolhido? ― foi logo perguntando, o negro.

― Coisas confidenciais da rainha. Conto-te na hora.

Goldas deitou-se nas peles, arrebitando a bunda magricela como as mais desejadas meretrizes do Egito, logo enlaçado pela extensão peitoral aconchegante de seu negro forte. O velho tomou nas mãos o pênis do negro, descobriu-lhe a cabeçorra rósea e passou a língua trêmula ao redor, saboreando, causando arrepios no negro, que o observava quieto. O primeiro orgasmo lhe cobriu a face rugosa de seu denso esperma. Logo Hauam lhe fundeou com o membro duro o expectante orifício anal que se relaxava vagarosamente, passivo da rudeza sexual.

Na manhã seguinte, quando o sol resplandecia no centro azul do céu flórido, o faraó Sahalli determinou que aquele seria o dia ideal para que seus filhos, Arthur e Elenor, futuros herdeiros de seu trono, perdessem a tão questionada virgindade. Sahalli acreditava que o príncipe que não soubesse conduzir o ato sexual com sua esposa, não saberia conduzir nada com faraó; o mesmo pensava da princesa. Naquele mesmo dia, os preparativos começaram. Goldas foi incumbido de buscar na cidade uma bela meretriz para o príncipe Arthur; e buscar Hauam, que fora escolhido no dia anterior, para deflorar a doce princesa Elenor.

O maquiavélico Goldas, porém, temendo que seu amante negro se enamorasse pela bela e virgem princesa Elenor, decidiu manipular a noite em que irmão e irmã perderiam a virgindade. “Aquele negro é feito de mel! Não posso deixar que Elenor se apaixone por ele!” matutava consigo.

O velho vizir decidiu então mandar para o quarto do príncipe Arthur o seu amado Hauam; e para desvirginar a princesa, um soldado qualquer a quem ameaçara. Desse modo, não haveria jeito da princesa se apaixonar pelo dote de Hauam, nem este por ela.

Assim se cumpriu. Quando a noite desceu silenciosa sobre a terra, o tal soldado foi adornado, higienizado, depilado, perfumado e levado nu ao quarto da princesa, enquanto Hauam foi levado para penetrar o traseiro real do príncipe Arthur. Goldas acompanhou seu amante até o quarto do príncipe, onde os aguardava sobre sua cama.

Arthur, assim que viu o negro nu, sentou-se na cama, entusiasmado. Seus olhos marrons cintilavam. Hauam tinha no pescoço uma coleira prateada. Trazia sobre os braços fortes uma bandeja com oferendas e essências à alteza. Atado ao pênis venoso e inchado, um laço como ornato. Goldas, ao entregar Hauam ao boquiaberto príncipe, lhe sussurrou ao ouvido, cinicamente:

― Este é o macho bem dotado escolhido por seus pais para te desvirginar. Seja passivo e obediente e desfrute ao máximo de sua virilidade, pois por esta noite ele será seu!

Ditas as palavras, Goldas saiu e trancou a porta. Logo pode ouvir os gemidos plangentes do príncipe submisso ao negro. O mentor do rei olhou então pela fenda da portada. Arthur, deitado de pernas abertas para o alto, era gradualmente penetrado pelo dote negro de Hauam. Seus gemidos podiam ser ouvidos pelo corredor. “Está gemendo como uma garotinha virgem! Agora vou avisar o faraó e a faradisa Raquel!”, balbuciou consigo.

Goldas subiu aos aposentos reais para notificar aos seus soberanos sobre o sucesso da noite quando flagrou Sahalli de quatro para um de seus soldados mais fortes e bem dotados. O rei gemia baixinho, comprimindo as sobrancelhas e cerrando os dentes amarelos, enquanto o soldado bronzeado lhe fundeava o pau grosso no rugoso orifício real.

O atrapalhado vizir, pasmado com a cena, esquivou-se e tropeçou num dos vasos de adorno. Este se partiu em inumeráveis cacos ao chão. Sua presença foi então desmascarada. “Goldas! Tu viste o que não devias, e agora morrerás!” bradou o furioso faraó, temendo que o episódio chegasse aos ouvidos da rainha Raquel.

Goldas irrefletidamente iniciou uma fuga pelo palácio real. “Agarrem esse velhaco!” berrava o rei, ainda encaixado no colo largo de seu amante bem dotado. Alguns soldados de prontidão se mobilizaram, mas o velho havia já se abrigado em algum lugar.

[...]

Continua na próxima publicação.

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