quarta-feira, 20 de abril de 2016

Inverno Quente - Parte 1/2

Text: J. Blasco

Era começo de inverno no Oregon. Um negro estuprava um branco, embrenhados no bosque. Os gemidos do branco passivo podiam ser ouvidos a uma curta distância. Eram Elias e Sagas. O branco Elias era penetrado agressivamente pelo bem dotado amigo Sagas. Há alguns meses atrás, o apaixonado Elias apostou com o então amigo Sagas que conquistaria o amor de Laila, uma negra por quem se apaixonara; e tão confiante em si, este apostou o próprio cu ao amigo escravo. Outro escravo acabou por ganhar a atenção da negra idealizada e Elias perdeu a aposta. E agora, na brenha densa, perdia também as pregas anais, brutalmente dilatadas pelo dote do amigo, como conseqüência de sua incomum paixão. Estava pagando a aposta. No fundo d’alma, Elias, mesmo sofrendo no começo, gostava de ser a vadia branca de Sagas. Sempre admirou seu mastro negro quando iam se banhar pelos rios. Mesmo assim, Elias escolheu o bosque para não ficar queimado e mal falado entre os demais escravos machos de Marlon, e ali, debalde tentava não gemer tão alto.
Cada vez que o pau grosso e cheio de veias do negro Sagas lhe rasgava o orifício anal, sua garganta, mesmo contra sua vontade, emitia voz que poderia ser ouvida. Parecia estar escrito em seu destino que alguém o ouviria e Elias viraria chacota na boca dos demais escravos e brancos da fazenda em que trabalhava.
Marcos, capataz do escravista Marlon, ao avistar o preto Sagas junto a Elias se afastando da fazenda e rumando para o bosque, imaginou que Elias, muito amigo dos escravos, poderia estar tentando libertar o negro Sagas. Ele então juntou alguns crioulos musculosos, armados de facões e os seguiu pela mata. Era impossível entrar no bosque e não ouvir os gemidos chorosos do branco passivo Elias. E foi assim que Marcos os encontrou. Ouviu a voz de Elias e, cautelosamente, ele e os demais escravos surpreenderam os dois no meio da transa. Marcos, revelando-se detrás de um rijo tronco:
― Que fazem aqui, os dois?
Sagas, assustando-se, salta de cima do traseiro de Elias, cobrindo o pênis ainda duro com as mãos. Marcos continua:
― Quer dizer que, quando acho que vocês estão fugindo, na realidade estão se embrenhando no bosque para se “curtirem”? ― seguido de um coro de gargalhadas dos demais escravos.
― A gente explica, Marcos! ― disse o trêmulo Elias, se levantando.
― Oh! Não se dê ao trabalho, Elias. Já que gostas de penetração, eu e meus negros queremos “curti-lo” também. ― disse abaixando as calças, logo imitado pelos seis negros bem dotados que o acompanhava.
Elias, naquele fim de tarde, cedeu o traseiro branco para os demais seis escravos que seguiam Marcos; além do próprio Marcos e Sagas, que o arrombou primeiro. Cada penetração lhe arrancava urros que eram abafados pelo bosque, cada pau parecia maior que o outro, e mesmo Marcos com seu pênis pequeno não se intimidou entre os negros dotados e também furou o traseiro branco de Elias.
Quando a noite caiu, Elias tinha no couro o esperma de oito homens; sete deles negros donos de rolas muito bem dotadas e rijas. Estes arrastaram Elias de volta a fazenda, visto que não se aguentava em pé. No caminho, Sagas foi obrigado a contar a Marcos a aposta que fizeram outro dia em troca de Marcos não lhe punir de alguma forma.
Na fazenda, Marlon aguardava o retorno do capataz e dos negros. Quando os viu surgir, foi logo ao encontro deles, na ourela. Assim que cumprimentado:
― Que aconteceu, Marcos?
― Nada demais, patrão. Não pretendiam fugir, mas quando nos viu, Elias correu e nos deu muito trabalho no bosque. Então, quando o capturamos, dei-lhe uma surra de pau. Por isso está assim, nem se aguenta de pé! ― relatou falsamente ao fazendeiro.
― Cuide disso. ― ordenou Marlon, antes de dar as costas ao capataz e os escravos.

Continua na próxima publicação.

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