terça-feira, 12 de julho de 2016

Pistoleiro do Texas - Parte 4/5

Continuação da publicação anterior:

Protegidos pelo véu escuro da noite, silhuetas indígenas rastejavam-se silenciosas na direção da fogueira onde dormiam tranquilos Bob e Jhony Wally. O farfalhar proveniente da movimentação era ínfimo, quase inaudível, mas existente. Em minutos, pularam sobre os parceiros ainda sonolentos, capturando-os no final.
Foram levados à aldeia ainda de noite. Era noite de lua minguante. Jhony, desmaiado e atravessado num cavalo em trote lerdo, acordou de repente, com um índio a apalpar-lhe descaradamente a bunda dolorida. O índio ria-se de Jhony. O pintor, de pés e punhos amarrados, mal podia se mexer; apenas grunhir.

Viu Bob nas mesmas condições num outro cavalo. O louro ainda estava desacordado. Preocupou-se. "Que farão conosco esses selvagens?" indagou-se, temendo pelo escalpo e pelo traseiro. Logo pensou em Bob. "Se esses malditos tocarem num só fio de cabelo de Bob, mato-os sem pensar!" concluiu, cego de raiva da possibilidade dos índios ferirem o seu companheiro, por quem era fascinado.

Na aldeia, antes de escalpelar as presas, os guerreiros podiam estupra-las à vontade, em suas tendas. Era tradição entre os apaches. Como o capturador de Jhony e Bob era o mesmo índio, Lobo Grande, este penetraria o traseiro dos dois, um por vez, antes de entregá-los à tortura. O louro foi escolhido para ser primeiro penetrado pelo índio, contudo, Jhony protestou. Ofereceu a sua bunda britânica para livrar a do louro amado. "Faça comigo, mas deixe ele!", gritava o pintor, resoluto.

Escolheram-no, enfim. Jhony foi levado a uma tenda junto de Lobo Pequeno. Lá foi despido e lubrificado de óleos essenciais. A penetração selvagem começou e, junto dela, seus gemidos agudos que percorriam toda a extensão da aldeia assustando as indiazinhas e suas mães.

Com Jhony de pernas abertas para o ar, deitado ao chão, o índio mandava ver no rabo do pintor sem dó!

•••

Numa tenda ao lado, Bob despertou e, buscando nortear-se, ouviu os gemidos chorosos do companheiro.

-- Diabo! Que maneira estranha de torturar! -- pensou Bob, sozinho -- Não quero que ferrem o meu rabo como estão fazendo com esse inglês marica! Tenho que dar no pé, agora!

Bob começou a pestanejar no escuro de sua tenda. Logo apareceu uma jovem e bela índia. "Preciso mijar!" alegou o louro, apertando as pernas uma na outra. A índia compreendeu e levou o bandoleiro para fora da tenda, à orla da aldeia. Abriu-lhe o zíper, envergonhada. Bob, no entanto, com as mãos atadas, nada pôde fazer para pôr o pau pra fora da roupa. Pediu, com olhar profundo:

-- Por favor, liberte-me; preciso mesmo fazer isso ou vou molhar as calças!

A índia, encantada com a aparente inocência do azul luminoso dos olhos do bonito louro, ia-lhe liberando as mãos do nó das cordas quando apareceu um guerreiro índio, interrompendo-a. "Diabos! Esse maldito vai estragar meus planos", pensou Bob, irritado com aquilo.

-- Que há aqui? -- perguntou o indígena, apartando a moça de Bob.

-- Ele só queria urinar... -- explicou ela.
-- Então, deixe que ele consiga. -- concluiu.

-- Não consigo tirar pra fora o meu pênis. -- interveio Bob, olhando os dois.

O índio aproximou-se do louro, devagar. Sempre a olha-lo nos olhos, arregaçou suas calças e tirou-lhe o pau pra fora dela. Quando olhou para aquilo que tinha nas mãos, exclamou, surpreso:

-- Hamatsa! -- disse o varão guerreiro.

A índia, que também viu com espanto o pau comprido do bandido, mesmo que flácido, também deixou escapar esta palavra:

-- Hamatsa, o deus da fertilidade!

-- Que diabos é isso? -- inquiriu Bob, deixando a urina evadir-se sem intimidar-se com os olhares espantados.

-- Segundo as sagradas escrituras -- explicou o índio --, um homem bem dotado quando surge nas aldeias deve espalhar sua fertilidade nas moças virgens, pois tem na alma e no corpo o espírito reprodutivo de Hamatsa, o deus da fertilidade; e seus descendentes, se bem treinados, vêm a ser fortes guerreiros para as aldeias onde nascem. Temos que anuncia-lo ao cacique e ao bruxo como o mensageiro fértil de Hamatsa.

Assim fizeram. Conduziram Bob, ainda de mãos amarradas às costas, à tenda de Touro Feroz, chefe da tribo. Lá, junto do feiticeiro, o índio baixou as calças do louro, de uma vez só, causando espanto nos anciãos.

-- Hamatsa! -- exclamou o feiticeiro -- Libertem-no! Não podemos fazê-lo prisioneiro, sendo o mensageiro do deus da fertilidade!

Soltaram-no imediatamente. O louro entendeu que poderia, com isso, deflorar a inocência de algumas jovens moças e, no fim, ir embora sem sofrer represália por parte dos índios. Um sorriso bonito estampou seu rosto jovial e seus olhos azuis faiscaram.

O chefe Touro Feroz, abrindo um sorriso que lhe enrugou as extremidades da cara e erguendo o braço na direção do louro, disse:

-- Tem o membro robusto e forte suficiente para fertilizar quantas das nossas virgens quiser. -- e com um aceno, ordenou ao guerreiro que conduziu Bob -- Rápido, Olhos de Cervo, escolha dez virgens bem afeiçoadas e ordene que se deitem com o mensageiro de Hamatsa!

O índio sumiu por entre as tendas. Ainda ouvia-se a voz lamentosa de Jhony Wally, passivo de Lobo Grande. Bob foi levado a uma outra tenda, maior e mais confortável. Lá, esperavam-no as dez virgens, frágeis e femininas, como ordenado. No rosto do pistoleiro um sorriso felino surgiu ao vê-las.

"O branco tem sorriso bonito", cochichou uma delas a outra, em língua nativa, sorrindo de volta para o bandoleiro. Bob, vendo o medo e o fascínio das moças para com sua beleza, tirou a camisa, insinuando-se, percorrendo as mãos ágeis pelos músculos inchados do corpo. Tirou o cinto, olhando para a própria virilha, e abaixou as calças.

[...]

Continua na próxima publicação.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Pistoleiro do Texas - Parte 3/5

Continuação da publicação anterior:


Mais tarde, quando o sol brilhava forte entre as poucas nuvens do firmamento, os dois puderam descansar tranquilos num vale. Ali acenderam uma fogueira e degustaram um peixe assado que Bob agilmente pescou no rio, com uma lança rudimentar. Então, um defrontado ao outro:

-- Preciso que você me dê suas roupas! -- ordenou o louro, sentado num toco com as pernas abertas por causa do calor abafado.

-- Eu? As roupas...? Por quê? -- quis saber Jhony, com os olhos fixos entre as pernas do louro.

-- Estou farto de perambular por aí sem roupa; além disso, não aguento mais você me olhando desse jeito! Ande logo, tire as roupas!

-- Mas... não posso andar nu pelo deserto.

-- Não me interessa! -- rebateu Bob, estreitando os olhos -- Eu é que não posso entrar nas cidades pra livrar a gente dessa com o pau balançando entre as pernas. Vamos, pare de enrolar, me dê as roupas!

-- Não... Eu...

-- Ande, não me faça perder a paciência, diabo! -- exclamou Bob, levantando-se de uma vez.

-- Espere, não posso assim. Vai ter que me bater!

-- Nesses termos, não me deixa escolha!

Após uma saraivada de tapas, socos e bofetões, o pintor, já rubro de hematomas, enfim se rendeu ao macho embrutecido e cedeu as vestes.

•••

Depois de agasalhado das roupas elegantes do pintor inglês, o facínora louro comentou: "Agora está bem melhor!" rindo-se logo depois e ajeitando as mangas do casaco aos braços grossos. Jhony, totalmente nu, cobria-se com as mãos, envergonhado.

-- O que vai fazer agora? -- perguntou a Bob.

-- Vou à cidade. Lá arrumarei um cavalo e roupas para você!

-- E se você estiver mentindo e não voltar, como prosseguirei nu deste jeito?

-- Voltarei! Tem minha palavra!

-- A palavra de um bandido... -- comentou Jhony, sem querer, desiludindo-se.

Como resposta, ganhou outra bofetada forte na cara que o fez sentar no chão, aos pés de Bob. "Idiota! Mesmo sendo uma irritante companhia, não o largarei desse jeito, bem no meio do deserto para virar pasto de abutres. Já disse que voltarei!"

Com estas palavras o bandoleiro deixou o pintor nu escondido entre algumas rochas e foi-se a pé para a cidade de Arlington. Naquela mesma tarde, Bob retornou com um cavalo, munição, víveres e roupas para o inglês!

-- Hurra! Você voltou mesmo! -- bradou o contentíssimo pintor.

-- Disse que voltava! -- rebateu o pistoleiro, com um sorriso estampando o rosto.

-- Vi que é mesmo homem de palavra, além de lindo e bem dotad... -- calou-se bruscamente, o pintor, rubro de vergonha.

-- Diabos, pare de dizer essas coisas! -- resmungou Bob, também pouco envergonhado.

Depois de entregar ao parceiro as roupas compradas na cidade e vê-lo vestido, Bob acendeu uma fogueira para ferver um bule de café e fazer alguns feijões. Comeram. Puderam enfim conversar.

-- Conte sua história, Bob. -- pediu Jhony, levando um punhado de feijões à boca com a um pedaço de pão.

-- Diabo! Não tenho muito o que contar. Vim do Nebraska. Saí de lá depois de estourar a cabeça do bastardo do meu padrasto. Que o inferno o tenha! O maldito espancava minha mãe quase toda noite. Eu tinha só doze anos quando o liquidei. Então fugi, vim para o Texas. Aqui fui vaqueiro, mas os rangers estavam no meu encalço. Aí que, depois de um assalto, entrei para o bando de "El Diablo". Fui recebido como um filho. Com ele eu tinha aventura, grana, proteção e mulheres! -- riu-se ele.

-- Qual sua idade, Bob?

-- Isso importa, maldição?

-- Só perguntei...

-- Tenho vinte. Sabe ... há muito que não durmo aconchegado entre as pernas quentes de uma bela mulher! -- comentou o bandoleiro, olhando para o fim do horizonte e apertando a mala.

Bob encarou Jhony por um tempo e em seu rosto surgiu a malícia num riso. Sem graça e avermelhado o pintor indagou-lhe:

-- Que foi?

-- Nada. Estava aqui pensando...

-- Em que?

-- Nada de mais. Coisas!

-- Oh, sem cerimônia, conte-me!

-- Bem, já que faz tanta questão... Pensava já estar na hora de eu dar uma boa gozada em alguém antes que a falta de mulher me doido! Você não é exatamente uma mulher, mas seria a única opção remanescente; tem um traseiro carnudo e já serve.

O inglês ficou rubro de vergonha. Por um instante, ninguém falou nada. Eis que Bob se levantou e abriu o zíper da calça. Ordenou, com sua voz imperial:

-- Fique de quatro!

-- Eu? Mas... -- gaguejou o britânico, começando a suar.

-- Sim, você. Ande logo, estou mandando. Vou me saciar com você!

-- Por favor, não... Vou sentir dor...

-- Nesse caso, lamento pelo seu traseiro, amigo; agora, de quatro, já!

•••

O pintor obedeceu. Desceu as calças até os joelhos e arrebitou o traseiro baixando a cabeça até encostar no chão. Sentiu o indicador frio do pistoleiro umedecer-lhe a orla anal rodeada de pelinhos com saliva.

Cerrou os dentes ao sentir os primeiros centímetros de Bob. Não pode evitar os gemidos. Centímetro a centímetro, o pau branco enterrou-se em seu ânus, arrancando-lhe mais reclamações plangentes. Sentiu os testículos do bandido encostarem-se nos seus.

Bob recuou um pouco. Viu o buraquinho róseo do pintor piscar, retomando a forma corrugada lentamente. Tornou a enterrar seu membro ali, pulsando-o gradualmente até a velocidade que gostava. Jhony gemia descaradamente, contorcendo-se de quatro para o pistoeliro.

Por fim, gostou da dor provinda de ser penetrado pelo dote robusto do louro. Sentia-se desconfortável, mas relaxado. O vaivém da virilha dele na sua bunda era prazerosa. Sua voz grossa gemendo, alguns tapas que ganhava do louro eram prazerosos para Jhony; sobretudo a voz.

Ali mesmo, depois do estupro tão agradável, rodeando a fogueira, adormeceram os dois, cansados da transa, sobre a relva da pradaria. Aquela noite, entretanto, o destino lhes reservaria uma triste desilusão, que custaria a Jhony muito suor e muito mais dor anal.

[...]


Continua na próxima publicação

sábado, 25 de junho de 2016

Pistoleiro do Texas - Parte 2/5

Continuação da publicação anterior:

Na manhã seguinte, o pintor acordou sozinho na gruta. A fogueira era apenas um entulho de cinzas. Olhou ao redor e não viu Bob. Suas roupas estavam ali do lado. Vestiu-as depressa. Observou ainda que as roupas do louro também estavam na gruta, mas seu cinturão com os colts, não.

Saiu às margens do Trinity, e chamou o nome de Bob. Obteve nenhuma resposta. Continuou margeando as águas do rio, buscando algo para comer e chamando pelo bandoleiro de vez em quando.

Do alto de uma colina rochosa, eis que surgiu a figura lépida do bandido, nu e com o sol nascente às costas, em carreira desenfreada pela margem do Trinity. Gritava a plenos pulmões: "Fuja, Jhony! Os índios nos acharam!"

Jhony, assustado, não esperou um segundo aviso. Pôs-se a correr desesperado na direção oposta ao caminho que percorria. Logo, bandido e pintor estavam lado a lado quando ouviram o tropel de alguns cavalos montados por índios que ululavam ferozmente.

Bob, seguido por Jhony, rumou para uma garganta pensando encontrar um local seguro para defender-se dos perseguidores, mas acabara caindo numa cilada. Três índios, emboscados no alto das paredes rochosas, aguardavam-nos ali.

Quando penetrou a estreita passagem, um tiro passou zunindo pela cabeça de Bob, que reagiu fulminante. Atirando-se ao chão instintivamente, o bandoleiro sacou as pistolas como um raio e pôs fim a vida do índio que tentou contra sua vida enfeitando-lhe a testa com um buraco. Matou o segundo índio entocado com a mesma velocidade impressionante do primeiro e feriu mortalmente o terceiro.
Fugiu dali com Jhony antes que aparecessem mais peles vermelhas. Já podiam ouvir os berros arrepiantes dos índios e o tropel de suas montarias aproximando-se quando tornaram a repetir o ato desesperado de outrora: saltar no Rio Trinity.

•••

As águas levaram os corpos dos dois companheiros para longe dali. O eco dos gritos indígenas foram diminuindo com a distância. Bob conseguiu agarrar-se a uma pedra numa curva sinuosa do rio e alcançar sua margem junto do apavorado Jhony Wally.

-- Malditos! -- vociferou o inglês, escorrendo a água dos cabelos com as mãos.

Naquela manhã, Bob parecia mais tenso que de costume. Jhony o seguia com a vista, pra lá e pra cá, também preocupado. O pistoleiro parou e, apoiando as mãos na cintura musculosa, encarou o pintor profundamente, com a vista cerrada. Logo, falou:

-- Vou seguir o meu caminho. Desculpe.

Aquelas palavras sérias atingiram Jhony como uma punhalada à traição. O pintor empalideceu ante a possibilidade de ficar sozinho no meio da padaria selvagem. Seus olhos marejaram-se, enquanto apelava à piedade do pistoleiro, debalde.

-- Já disse, diabo! Não posso bancar a babá sempre, portanto, a partir de agora é cada um por si. -- sentenciou o facínora, inexorável.

Jhony ajoelhou-se aos seus pés, dramático, e agarrou-se a uma das pernas nuas do celerado bonitão, ameaçando não solta-la mais. Educadamente, Bob pediu:

-- Solte-me. Vai ser melhor assim.

No entanto, o pintor continuou agarrado a sua cocha musculosa, com o rosto bem próximo ao seu pênis e seus testículos. Pôde sentir-lhe o cheiro fresco da genitália. Sentiu muita vontade de beija-lá, sentir seu pênis latejar na boca, mas conteve-se disso.

-- Vamos, me solte! -- pediu o bandido constrangido, apertando o saco timidamente, como se quisesse escondê-lo na mão.

-- Só se prometer que não me abandonará...

-- Pare de frescura. Largue da minha perna. Está me deixando embaraçado, maldição!

-- Não. Sinto-me seguro aqui.

-- Estou perdendo a paciência, diabo! -- disse Bob, sacando seu colt, engatilhando-o e mirando a cabeça de Jhony -- Se não me largar agora, estouro seus miolos; tenho nada a perder mesmo!

Um silêncio sepulcral sucedeu as palavras do pistoleiro, tomando o lugar por alguns segundos. Jhony continuou agarrado ao louro bruto, corajosamente, mesmo sob a ameaça de morte. Este finalmente abaixou a arma:

-- É durão, hem? Se eu atirasse, poderia denunciar nossa presença aos índios. Desta vez eu te poupei, da próxima já não sei mais -- fazendo o inglês larga-lo com um sacolejo forte.

[...]

Continua na próxima publicação.

sábado, 18 de junho de 2016

Pistoleiro do Texas - Parte 1/5

Texto: Jesús Blasco

A diligência estava chegando a Dallas, a nordeste do Texas. Assim que atravessou uma estreita garganta de paredes íngrimes e altivas, foi brutalmente parada por uma matula bem armada. Eram bandoleiros chefiados por "El Diablo", um mexicano gordo de olhar gélido e amedrontador.

Já com o condutor de mãos erguidas para o céu, o líder do bando ordenou que saíssem da diligência todos os passageiros, um por um. De dentro do veículo não esperaram uma segunda ordem. Saíram de lá uma senhora apertando sua bolsa contra o busto, espavorida, e dois cavalheiros sendo um deles Jhony Wally, um almofadinha aspirante a pintor britânico e o outro, um advogado de Austin.

Desceu do cavalo e foi ao encontro dos viajantes um rapaz altivo do bando, cabeleira loura sob as abas marrons do chapéu de vaqueiro; olhar profundo, azul, ríspido, contraído pelo peso das sombrancelhas grossas e marcantes. A camisa entreaberta exibia as curvas sinuosas de seus músculos peitorais e abdômen como uma introdução ao seu corpo varonil.

Impressa na calça jeans justa e encardida, sua bunda carnuda movia-se com o passar resoluto das pernas. Afivelado à cintura musculosa, dois colts pendidos pelos respectivos coldres, dando-lhe ares perigosos de pistoleiro profissional. Chamava-se Bob Carson, o celerado louro.

Caminhou até a senhora lentamente, estampando um riso zombeteiro no rosto de traços viris e lisos. Furtou-lhe a bolsa com um puxão! "Dá-me cá isso, galinha!" riu-se depois, com o azul dos olhos a cintilar contra o sol forte do deserto. A mulher pôs-se a chorar baixinho, consolada por Jhony. Furtou o segundo viajante e finalmente chegou ao pintor inglês.

Olhou-o profundamente nos olhos, frigidamente. Jhony suspirou fundo, nervoso, fixo no bandoleiro. Por um tempo permaneceu estático, como imerso no azul oceânico dos olhos do jovem Bob. Tornou a si logo depois quando era percorrido pela mãos rápidas deste que buscava no seu corpo qualquer objeto de valor.

Antes que o louro terminasse de revistar o almofadinha, ouviu-se o sibilo inconfundível de uma flecha que atravessou o ar e cravou-se no peito do condutor da diligência que, após um gemido surdo, caiu morto ao chão.

-- Os índios! -- berrou um bandoleiro, dando o alarma.

No entanto, antes que todos pudessem de fato se preparar e fugir, uma segunda flecha cortou o ar e atravessou impiedosa o pescoço do advogado, abatendo-o também. Todos do bando montaram seus cavalos. Recuaram. Na confusão, Jhony montou junto do louro viril, enlaçando com os braços o seu tronco forte e fugindo disparados dali; a senhora fora largada à própria sorte junto dos cadáveres.

•••

Naquele ínterim, os índios revelaram-se em massa atrás de uma colina. Iniciaram sua perseguição aos bandoleiros de "El Diablo" atirando flechas e disparando tiros de rifle contra os adversários. Seus alvos eram os cavalos: se abatessem os cavalos, poriam as mãos nos bandoleiros vivos, podendo assim estupra-los, tortura-los e no fim, escalpa-los.

Proveniente do tiroteio que surgiu, um dos projéteis indígenas derrubou o animal onde fugiam Bob e o pintor. Ambos rolaram ao chão por um instante, pondo-se de pé pouco depois. Bob, ciente do perigo iminente, agarrou o inglês pelo braço e o arrastou numa corrida. "Vamonos! Temos que chegar ao Rio Trinity!" ofegava o jovem louro a Jhony Wally.

Alguns índios separaram-se de seu grupo e seguiram no encalço da dupla, porém pouco depois, os dois saltaram de um precipício caindo nas águas agitadas do Trinity. Seus perseguidores desistiram de sua caçada e, ao não ve-los emergir, voltaram a unir-se ao resto dos índios.

O louro Bob e o delicado Jhony Wally salvaram-se com sequer um arranhão. Abrigaram-se numa gruta, esculpida numa margem rochosa do rio. Ali Bob pôde despir-se e pôr as roupas para secar. O intimidado Jhony permaneceu dentro das vestes umedecidas, deixando-as secar ao próprio corpo.

Ao ver seu companheiro desnudo, como veio ao mundo, com o mastro flácido bailando entre as pernas, o pintor mal tirava os olhos do belo corpo do louro. "Este caubói rude é uma autêntica obra de arte do velho oeste!" pensava consigo, admirado pela superioridade viril do bandido. Notando o entusiasmo do pintor:

-- Nunca viu uma rola na vida? -- riu-se Bob, tirando a água de sua bota.

O inglês corou. Abaixou a cabeça, mas depois a ergueu para o homem nu novamente. Logo, imerso em seus devaneios sobre o dote ereto do bandoleiro louro, sobre sua flacidez testicular, sobre seus pêlos pubianos igualmente louros, continuou roçando pedras umas nas outras, fingindo querer acender uma fogueira quando na verdade sequer sabia como agir.

•••

Bob aproximou-se. Tomou as pedras de suas mãos e as atirou longe no rio. Inconformado, Jhony levantou-se do chão e pôs-se a reclamar da atitude de Bob, em demasia. Este, como resposta, virou-se e impingiu um tapa violento no rosto do pintor que caíra sentado aos seus pés. "Diabo! Como fala! Nunca acenderia nada com aquilo!", irritou-se o curvilíneo Bob Carson.

Jhony, surpreso com o tapa forte que lhe ardeu na face, permaneceu sentado, assistindo o vaivém constante do bandido. Admirava suas costas largas, por onde escorriam-se algumas gotas de água até as nádegas carnudas. Seu peitoral forte, suas axilas louras, suas pernas e braços, nada escapava aos olhos do artista inglês. "Que homem maravilhoso! Hei de pinta-lo um dia, com todo o seu esplendor viril!" balbuciou Jhony, ainda sentindo no rosto a força daquela bofetada.

Àquela noite, uma chuva diluviana caiu sobre as margens do Trinity. As roupas sequer tiveram tempo de secar ao sol que logo desaparecera dando lugar as nuvens enegrecidas. Bob, sem esforço, acendeu dentro da gruta uma robusta fogueira que apagava-se vagarosamente e deitou-se perto dela, ainda completamente nu.

Usando as mãos confortavelmente como encosto para a cabeça, o pistoleiro dormiu um pouco aquecido pelo rescaldo aconchegante provindo do fogo, acordando logo depois com o pintor tremendo-se de frio.

-- Tire estas roupas molhadas ou vai morrer friorento, aí no canto!

-- Se tirá-las sim é que morrerei.

-- Nada disso! Venha para perto de mim!

Obediente ao louro, Jhony livrou-se das calças, casaco, colete, meias, botas e, mesmo que relutasse, da ceroula. Aproximou-se da fogueira, qual estava esticado o louro, cobrindo seu membro atrofiado com as mãos. Naquele momento uma rajada inesperada de vento frio invadiu o interior da gruta, fazendo bruxulear a fogueira, que quase se apagou. Bob, após sentar ao chão, reavivou os gravetos chamejantes ordenando ao pintor, com sua voz possante:

-- Deite-se sobre o meu corpo, assim, vamos sobreviver até amanhã!

Tornou a obedecê-lo, o pintor passivo. Apoiou a cabeça sobre o peito quente do pistoleiro nu, encaixando o pescoço em sua axila e partilhando de seu calor imprescindível. Seus braços abraçaram-no, englobando seu peitoral parcialmente peludo. Pelinhos louros, lisos, quase invisíveis. Com o contato físico viu o pênis do bandoleiro enrijar-se, dobrando de tamanho, com espanto e entusiasmo, alumiado pelo fogo. Notou ainda que o cheiro do pistoleiro era bom, um tanto suado, mas bom, e assim adormeceu sobre cada músculo do seu corpo rústico.

[...]


Continua na próxima publicação.

sábado, 11 de junho de 2016

Doce Vingança - Parte 2/2

Continuação da publicação anterior:

Sentou-se, o velho Burton. Despiu o rapazote em pé na sua frente. Encantado, deslocava as mãos pela extensão de seu corpo jovem e firme. Devia ter 15 anos, o garoto. “Vou deflorar você hoje, meu rapaz!”, confidenciou o xerife.
Abaixou as vestes rústicas daquele rapazola e pô-se a masturba-lo, rapidamente. Logo gozou com um gemido. O xerife exibia a poça de sêmen acumulada em sua mão com espanto. “Vou fazer uma dessas na sua boca, meu garoto!”
Burton atravessou o jovem em sua cama larga. Afastou suas pernas ligeiramente. O rapaz ingênuo sentiu o dedo grosso e áspero do xerife penetrar-se vagarosamente em seu orifício virgem. Arregalou os olhos azuis, contraindo as sombrancelhas louras.
Burton penetrou os centímetros de seu pênis curto no ânus rugoso do moleque. “Ah”, gemia ele, em cima do garoto. Abafou com a mão os seus gemidos agudos, impedindo-lhe a voz. Estuprou-o por inumeráveis minutos até enfim encher-lhe os lábios avermelhados de seu sêmen viscoso.
O rapaz, desconfiado e desconfortável, vestiu-se e saiu da casa do xerife sempre a olhar em volta. Pela escuridão das ruas, logo sumiu. O xerife ficara só, esticado sobre a cama, saboreando ainda o prazer de desvirginar aquele belo jovem, completamente nu.
Ouviu um barulho na porta. Ergueu-se depressa, apreensivo, pensando ser o rapaz de volta. Não era. Voltou-se para a cama, mas empalideceu quando viu a silhueta do negro Moisés, completamente nu, de pau rijo.
O negro fundeou o pau maciço ao ânus latejante do xerife surpreso. Este berrava, rangendo os dentes, subornado à dor de ser penetrado por um afro-americano bem dotado. Cada vez que o pau enterrava-se, rasgando-lhe, sua garganta desfazia-se em gemidos plangentes. Ninguém ouvia.
Moisés, encimando o xerife, não tapou-lhe a boca; queria ouvir suas súplicas. As lágrimas escorriam-se de seus olhos verdes enquanto seus lábios imploravam piedade. O negro, cego de vingança, sequer o ouvia. Enfiava-lhe o mastro no traseiro cabeludo, embrutecido, inexorável. Socava-lhe fundo; o possuía como fizera com o rapazote há pouco. Cada vez mais rápido e feroz.
O sangue de Burton já derramava-se pelas suas nádegas trêmulas, manchando os lençóis da cama. Gritava, pedia socorro, mas ninguém ouvia. A cidade parecia dormir profundamente.
No dia seguinte, quando o sol e o trinado das aves anunciou o dia, o xerife Burton encontrava-se morto sobre os lençóis da cama onde fora penetrado sem complacência. Ele, de bruço, tinha a calça baixada, as penas ligeiramente afastadas; os olhos ainda estavam abertos, olhando a janela; o ânus largo e róseo, e sobre as costas, lambuzando a camisa, o sêmen viscoso do negro Moisés que não descobririam jamais.

Jesús Blasco, 27 de Abril de 2016.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Doce Vingança - Parte 1/2

Texto: J. Blasco

Denver, ano de 1881. Burton, o xerife daquele cruento povoado esquecido do resto do país punha à força de pontapés o negro Moisés para fora do saloon. “Fora, saco de carvão!” berrava loucamente por todos os poros. Não o expulsava do saloon ante aos olhos submissos de toda a cidade por calote ou perturbação da ordem pública. Era pela cor da pele.
Chutou o negro ébrio titubeando até este cair na poeira vermelha da rua principal. Alguns caubóis, parados sobre a sombra dos alpendres dos comércios, gargalhavam-se da surra que Moisés levava. Não podiam tolerar um negro bebendo num bar de brancos.
De súbito, Moisés lançou-se sobre o xerife, enfurecido. “Vou rasgar-te em dois, xerife Burton!”. Mal alcançou a figura gorda de Burton quando dois gorilas impediram-no com socos no estômago. Moisés teve o tempo de tombar ao chão, retorcendo-se de dores atrozes.
Burton, enlouquecido pela afronta, atirou o negro ao bebedouro dos cavalos. Humilhou-o, imergindo sua cabeça na água torva, proferindo-lhe características racistas. A cidadela parou para assistir ao combate desigual. Cada qual, sob a segurança de seus alpendres, espiavam o xerife revolutear-se com o negro nos punhos.
Um afro-americano monumental, escultural, era Moisés; de corpo altivo, parrudo, braços firmes; grunhia ao chão poeirento. Não satisfazendo-se, Burton rasgou as calças encardidas de Moisés, deixando-o completamente nu defronte aos olhos já assustados da cidade. Apanhou o chicote e lanhou suas nádegas fortes com o fio cortante do azorrague. O sangue vermelho do negro escorreu-se vagaroso, contornando a voluptuosidade das suas curvas generosas.
Quando calaram-se as risadas que acompanhavam de perto os movimentos de tortura de Burton, o negro continuou ali, desacordado. Como um cão encolhido na rua, lá Moisés permaneceu por horas, bem onde o deixaram, ao lado do bebedouro, desnudo, até que foi retira-lo de lá um homem.
No dia seguinte, a nudez robusta de Moisés era o fatídico assunto nos saloons de Denver. Cada boca dava uma proporção diferente e fenomenal para seu pênis negro e descrevia sua versão exagerada da sucessão de acontecimentos. Todas, no entanto, exaltavam o xerife Burton com um grande homem da lei.
O tempo passou. O xerife tornou a cometer outras atrocidades cruentas contra outros cidadãos, talvez para fazer lembrar o seu embrutecimento e rudeza pondo assim ordem na casa. O negro desnudo fora enfim esquecido, mas seu anseio por vingança, jamais.
Num obscuro dia de Maio, após ter caído uma chuva diluviana, Denver encontrava-se sobre a lama. Burton, após o expediente, foi-se depressa para o saloon. Lá ficou entupindo-se de uísque e ouvindo estórias até sentir vontade de ir embora.
No caminho de casa, encontrou-se com um caubói que o esperava na penumbra discreta de um alpendre. Ambos seguiram para a casa do xerife, sempre a olhar em volta.
Pôs a chave na fechadura. Abriu a porta. A casa, costumeiramente, estava retida na escuridão. Entraram, o xerife e o homem que o seguira. Fechou a porta. Abraçaram-se eroticamente, arduamente.
A luz bruxuleante de um lampião aceso dava luz ao ambiente. O homem que acompanhara Burton era um rapaz lépido, de olhos claros e amedrontados. Louro, de cabelos ondulados sob o chapéu rústico. Sorriu, ao ver o sorriso malicioso do xerife.

Continua na próxima publicação.

terça-feira, 31 de maio de 2016

O Professor

Texto: Virgílio Orestes

Meu nome é Albert. Sou ainda um jovem estudante. Minha mãe foi à minha escola há alguns dias saber por que minhas notas caíram tanto. Bom, o motivo é o meu professor!
Eu geralmente sou o aluno mais inteligente e relevante da minha turma, mas não posso ver a calça volumosa de um macho bonitão que minha atenção se volta totalmente para isso. O professor de biologia, no caso, é um desses!
Sempre dá aulas com a camisa entreaberta, exibindo o peitoral saliente e peludo. Tão másculo! Não consigo prestar atenção na aula, ainda mais que ele usa calças justíssimas. Ele já nos contou que, em outras épocas, serviu ao exército. Isso explica porque ele é tão gostoso!
Quando ele começa a falar, seus lábios parecem tão macios. Eu, definitivamente, não consigo prestar atenção no que diz. Fico imaginando por toda a aula como deve ser viril o seu corpo por baixo de toda aquela roupa justa. Já o desenhei vária vezes, só de cueca, no meu caderno. Fico tentado a desenhá-lo sem nada, como veio ao mundo, mas se alguém ver, estou frito!
Ah, não sei mais como descrevê-lo! Só sei que até hoje perco horas olhando o volumão na calça apertada dele. Uma vez tive a oportunidade de ver o pauzão dele bem na minha cara.
Nesse dia, precisei falar com ele. Ia lhe pedir algumas aulas de reforço. Depois da aula, quando a sirene tocou, me disseram que ele estava na sala dos professores. Entrei na sala, havia ninguém. De repente ouvi o barulho da descarga vindo do banheiro. Ele saiu pela porta, com a camisa toda aberta e a braguilha também. A princípio não falei nada sobre a braguilha. Ele apertou minha mão. Um aperto forte. Comecei a falar com ele. Mal conseguia me comunicar olhando aquele tórax maravilhoso. Todo musculoso, barriga trincada, peitoral peludo.
Ele ficava me olhando dentro dos olhos, fixamente, seriamente. Eu gaguejava um pouco. Até que lhe avisei sobre a braguilha aberta. Ele olhou para o seu pau, nem ligou. Tirou a camisa e jogou sobre uma cadeira, enquanto eu olhava fascinado para o seu tórax nu. Ele pegou minha mão e a deslizou pela sua barriga musculosa. Depois pôs a mão no meu obro, me empurrando para baixo, até eu ajoelhar. Então ele tirou o cinto. Abaixou a calça e a cueca.
Caí de boca naquele pau sem pensar muito. Era enorme e venoso, e latejava dentro dos meus lábios enquanto o professor gemia segurando minha cabeça. Eu nunca tinha chupado uma rola, sobretudo, uma tão grande! Enfiava na goela tudo o que eu podia. Acho que ele gostava quando eu me engasgava.
Depois de eu ter babado bastante o pauzão e as bolas dele, o professor me jogou no sofá. Rasgou minha camisa novinha e abaixou minha calça com força. Senti o dedo dele entrar rasgando no meu cuzinho virgem.
Depois de relaxar meu cu com o dedo, socou o pau bem fundo. Aquilo doía. Mas depois, passou a doer menos. Eu tentava não gemer, mas era quase impossível. Sua pica era muito grossa e meu cu latejava.
Ele me pôs pra chupar sua pica de novo e gozou dentro da minha boca. Era maravilhoso sentir o líquido viscoso saindo do pau do professor. Eu, que nunca tinha levado porra na cara, achei o gosto meio estranho, mas engoli tudo! “Seja um bom aluno e engula toda minha goza!” dizia ele pra mim, enquanto esfregava o mastro na minha cara, já toda lambuzada.
No fim, eu saí da escola todo melado, mas adorei! Nunca tinha chupado nada tão grosso nem dado a bunda, mas acho que fui muito bem. Cheguei em casa e minha mãe começou a fungar ao meu redor. “Que cheiro de macho é esse que tu tens, moleque?” Disse a ela que estava jogando bola com os amigos e ela caiu.
Foi depois desse episódio maravilhoso que minhas notas despencaram. Toda vez que eu entrava na sala, não parava de olhar a mala do professor e relembrar do dia em que ele me botou para mamar sua rola e me comeu. Foi aí que minha mãe foi até a minha escola para saber sobre minhas notas. Lá ela decidiu convocar o tal professor para me dar aulas extras de biologia em casa. Eu? Claro que adorei a ideia e já estou animadíssimo.



Virgílio Orestes, 18 de Fevereiro de 2016

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Hauam, O Negro Egípcio - Parte 3/3

Continuação da publicação anterior:

Naquela madrugada estrelada o rei Sahalli não conseguia sentar-se ao trono. Ficou de pé. Tramou com seus soldados mais fiéis um plano de captura de seu vizir Goldas. Ao seu lado estava seu amante, que há pouco havia-lhe destroçado o traseiro.

No alvorecer seguinte, todo o reino era vasculhado pelas patrulhas do faraó. Os soldados musculosos invadiam casas, destruíam comércios, tudo debalde, para desentocar Goldas. Foi somente três dias depois do início das buscas que Goldas finalmente fora descoberto na tapera de Hauam, o negro por quem era fascinado. Ambos foram levados ao trono para a derradeira sentença.

Já ajoelhados e amarrados defronte ao rei, este determinou a imediata decapitação dos dois cúmplices. “Meu soberano, de minha boca a rainha Raquel jamais ouvirá qualquer palavra que o denigra! Creia em mim!” implorava Goldas, mas o faraó, irredutível, não renunciava ao seu veredito.

O príncipe Arthur, que havia se apaixonado pelo negro bem dotado, interveio ao pai para que o poupasse. “Por favor, meu pai! Não podes condenar Hauam por algo que não fez!”. Contudo Sahalli continuava a mostrar-se inexorável.

A rainha Raquel apareceu repentinamente no salão e todos voltaram-se para ela. Ela caminhou pelo comprido corredor que conduzia ao trono real. Sahalli a olhou, de cima a baixo, espantado; interpelou:

― Que fazes aqui? Não mandei te chamar.

― Queres condenar teu vizir e teu melhor guerreiro? Por quê? ― indagou de volta a rainha a olhar fixamente os olhos trêmulos do rei.

― São coisas que não lhe dizem respeito. Agora obedeça a mim, o seu rei soberano, e retire-se daqui.

― Meu rei? Tu és mais “rainha” que eu! Pensas que não vi tua orgia com aquele soldado bem dotado? Gemias como uma virgem nos braços de um macho. Quando Goldas o flagrou, eu já o observava há tempos.

O comentário da rainha chocou a todos. Um alvoroço se formou entre os soldados que murmuraram entre si. Todos tornaram a prestar atenção na rainha, que retomou seu discurso imperial:

― Tu és um adúltero e desviado, Sahalli. E tu sabes o que as leis prevêem para homens adúlteros. Portanto eu, como a faradisa deste reino, ordeno a tua imediata condenação.

De súbito, Sahalli foi agarrado por dois soldados musculosos e arrastado ao subterrâneo do palácio. Goldas e Hauam foram enfim libertados. Arthur, que ficara com o coração na mão, arreganhou-se num sorriso aliviado, galgou o dorso musculoso do negro Hauam abraçando-o com braços e pernas e deu-lhe um tímido beijinho. Goldas, que desatava as cordas de seu punho, não gostava nenhum pouco da animação do príncipe com seu amante musculoso.

No fim, Arthur foi obrigado a casar-se com uma mulher, mesmo contrariando sua vontade, e Goldas pode desfrutar de seu incomum enlace sexual com o negro Hauam, sempre às ocultas. A princesa Elenor apaixonou-se perdidamente pelo pintinho curto do soldado que a desvirginou e casaram-se naquele mesmo mês.

O faraó Sahalli, como previam as leis, foi condenado a ser estuprado por soldados e comerciantes bem dotados todos os dias, pela manhã, tarde e noite, até a data de sua morte. Ele, no fundo, vibrou-se com a sentença. “Melhor que ser casado contigo, Raquel!” berrava ele, lá do subterrâneo, enquanto levava rola grossa por trás.

Jesús Blasco, 20 de Fevereiro de 2016.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Hauam, O Negro Egípcio - Parte 2/3

Continuação da publicação anterior:

Naquela noite, quando a lua minguante escalava a cortina negra do céu sobre o deserto, Goldas já batia à porta da cabana onde ele e Hauam marcavam seus eróticos encontros. Assim que o negro o atendeu:

― Oh, Hauam! Já pensava que tu não estavas aqui.

― Para que eu fui escolhido? ― foi logo perguntando, o negro.

― Coisas confidenciais da rainha. Conto-te na hora.

Goldas deitou-se nas peles, arrebitando a bunda magricela como as mais desejadas meretrizes do Egito, logo enlaçado pela extensão peitoral aconchegante de seu negro forte. O velho tomou nas mãos o pênis do negro, descobriu-lhe a cabeçorra rósea e passou a língua trêmula ao redor, saboreando, causando arrepios no negro, que o observava quieto. O primeiro orgasmo lhe cobriu a face rugosa de seu denso esperma. Logo Hauam lhe fundeou com o membro duro o expectante orifício anal que se relaxava vagarosamente, passivo da rudeza sexual.

Na manhã seguinte, quando o sol resplandecia no centro azul do céu flórido, o faraó Sahalli determinou que aquele seria o dia ideal para que seus filhos, Arthur e Elenor, futuros herdeiros de seu trono, perdessem a tão questionada virgindade. Sahalli acreditava que o príncipe que não soubesse conduzir o ato sexual com sua esposa, não saberia conduzir nada com faraó; o mesmo pensava da princesa. Naquele mesmo dia, os preparativos começaram. Goldas foi incumbido de buscar na cidade uma bela meretriz para o príncipe Arthur; e buscar Hauam, que fora escolhido no dia anterior, para deflorar a doce princesa Elenor.

O maquiavélico Goldas, porém, temendo que seu amante negro se enamorasse pela bela e virgem princesa Elenor, decidiu manipular a noite em que irmão e irmã perderiam a virgindade. “Aquele negro é feito de mel! Não posso deixar que Elenor se apaixone por ele!” matutava consigo.

O velho vizir decidiu então mandar para o quarto do príncipe Arthur o seu amado Hauam; e para desvirginar a princesa, um soldado qualquer a quem ameaçara. Desse modo, não haveria jeito da princesa se apaixonar pelo dote de Hauam, nem este por ela.

Assim se cumpriu. Quando a noite desceu silenciosa sobre a terra, o tal soldado foi adornado, higienizado, depilado, perfumado e levado nu ao quarto da princesa, enquanto Hauam foi levado para penetrar o traseiro real do príncipe Arthur. Goldas acompanhou seu amante até o quarto do príncipe, onde os aguardava sobre sua cama.

Arthur, assim que viu o negro nu, sentou-se na cama, entusiasmado. Seus olhos marrons cintilavam. Hauam tinha no pescoço uma coleira prateada. Trazia sobre os braços fortes uma bandeja com oferendas e essências à alteza. Atado ao pênis venoso e inchado, um laço como ornato. Goldas, ao entregar Hauam ao boquiaberto príncipe, lhe sussurrou ao ouvido, cinicamente:

― Este é o macho bem dotado escolhido por seus pais para te desvirginar. Seja passivo e obediente e desfrute ao máximo de sua virilidade, pois por esta noite ele será seu!

Ditas as palavras, Goldas saiu e trancou a porta. Logo pode ouvir os gemidos plangentes do príncipe submisso ao negro. O mentor do rei olhou então pela fenda da portada. Arthur, deitado de pernas abertas para o alto, era gradualmente penetrado pelo dote negro de Hauam. Seus gemidos podiam ser ouvidos pelo corredor. “Está gemendo como uma garotinha virgem! Agora vou avisar o faraó e a faradisa Raquel!”, balbuciou consigo.

Goldas subiu aos aposentos reais para notificar aos seus soberanos sobre o sucesso da noite quando flagrou Sahalli de quatro para um de seus soldados mais fortes e bem dotados. O rei gemia baixinho, comprimindo as sobrancelhas e cerrando os dentes amarelos, enquanto o soldado bronzeado lhe fundeava o pau grosso no rugoso orifício real.

O atrapalhado vizir, pasmado com a cena, esquivou-se e tropeçou num dos vasos de adorno. Este se partiu em inumeráveis cacos ao chão. Sua presença foi então desmascarada. “Goldas! Tu viste o que não devias, e agora morrerás!” bradou o furioso faraó, temendo que o episódio chegasse aos ouvidos da rainha Raquel.

Goldas irrefletidamente iniciou uma fuga pelo palácio real. “Agarrem esse velhaco!” berrava o rei, ainda encaixado no colo largo de seu amante bem dotado. Alguns soldados de prontidão se mobilizaram, mas o velho havia já se abrigado em algum lugar.

[...]

Continua na próxima publicação.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Hauam, O Negro Egípcio - Parte 1/3

Texto: Jesús Blasco

Era 887 a.C., num desabrochar cálido de Agosto em uma cidadela escarlate, perdida entre os desertos da mãe África. Numa cabana discreta, no meio de um povoado, carcomida e coberta por paus e pele animal, um negro cintilante de suor, Hauam, enterrava brutalmente seu pênis venoso no ânus latejante de seu amante raquítico Goldas. Este gemia abafadamente, apertando os próprios dedos à boca, até o término da transa quando um jato de sêmen embebeu suas costas nuas enquanto ainda deitava sob o calor dos músculos rijos daquele negro atlético.

Goldas, após lavar-se com a água de um jarro, jogou sobre o corpo desnudo de Hauam as sete moedas de prata que prometera. “Espere-me novamente hoje à noite, com outras sete dessas!”, disse o vizir do faraó Sahalli antes de deixar a cabana do negro.

Discretamente, como uma sombra, o estranho Goldas percorreu as ruelas silenciosas do povoado que cercava o castelo real até penetrar nas propriedades régias.

No interior luxuoso do palácio, assim que foi avistado pela rainha Raquel, o esquelético Goldas dirigiu-se até ela. Saudou-a, curvando-se ligeiramente:

― Minha rainha soberana.

― Goldas! Estava mesmo a tua procura pelo palácio. Pretendo falar da virgindade da princesa Elenor e do príncipe Arthur.

― Sim, minha rainha.

― Então vamos, sente-se.

― Desculpe desobedecê-la, soberana, mas não a posso atendê-la!

Goldas, que há alguns minutos fora ferozmente arrombado pelo dote do negro Hauam, tinha a bunda dolorida e machucada. Nesses termos, alegou, cinicamente:

― Hoje uma cabra solta me coiceou o traseiro e estou dolorido!

― Sei... ― disse a rainha, a torcer o nariz fino.

― Mas diga-me, soberana, quem serão os escolhidos?

― Quero a tua honesta opinião! Tu já guiaras Sahalli nas mais turvas guerras e conspirações e haverá de saber quem será o melhor guerreiro para desvirginar a princesa!

― Minha rainha, vamos ao pátio para que escolhas o pretendente de Elenor. Mande que todos abaixem as tangas; Abdal não recusará a tua ordem.

Convencida, a faradisa dirigiu-se para a sacada com a fiel figura de Goldas ao lado. Ao saírem a céu aberto e alcançarem a sua angulosa margem, os olhos curiosos de Goldas repousaram sobre o tronco negro do amado Hauam, e logo se preocupou. “Se a rainha escolher Hauam para pretendente da princesa, talvez se torne príncipe e não poderei mais tê-lo.”, perturbou-se o velhaco.

Logo que notou a presença ilustre da idolatrada faradisa, o general Abdal cobrou a postura de seus guerreiros servos na presença da soberana, e depois a atendeu:

― Minha rainha. Diga e serás atendida.

Esta estendeu a mão ornada de jóias faiscantes sobre os guerreiros, ordenando:

― Abaixem as tangas!

O general aquiesceu imediatamente. Todos os guerreiros abaixaram suas vestimentas, deixando a mostra seus pênis sob a luz solar do meio-dia. A rainha, percorrendo por todos os pênis o seu olhar crítico e austero, logo apontou para o de Hauam e proferiu em alto tom:

― Hauam é o escolhido! A princesa precisa ser desvirginada por um guerreiro viril que lhe dê filhos fortes, e esse guerreiro será Hauam. Os demais me envergonharam abaixando suas vestimentas.

Mal as palavras terminaram de serem pronunciadas quando a soberana lhes deu as costas, desdenhosamente; a fila de guerreiros junto a Hauam inclinou-se ligeiramente para observar o seu membro negro e entender porque ele era o escolhido. Logo que viram o dote cintilante ao sol, se recompuseram. “Por Alá, parece um cavalo árabe!”, pensou consigo o pasmado general Abdal limpando o suor da testa rugosa. Depois, sua voz se fez ouvir:

― Vistam-se!

[...]

Continua na próxima publicação

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Inverno Quente - Parte 2/2

Continuação da publicação anterior:

No alvorecer do dia seguinte, Elias acordou num quarto, com uma negra lhe limpando a testa com fronha embebida de água. Seu cu ainda estava em chamas e seu traseiro se doía das pancadas. Logo que se lembrou da noite anterior, apavorou-se:
― Onde estou? Que horas são?
― Calma, sinhôzinho Elias. ― disse a negra. O senhor está muito debilitado e precisa se manter em repouso.
― Repouso? Eu estou ótimo e...
Naquele momento, sem permitir que terminasse o argumento, Laila, a negra por quem era louco de amores, irrompeu no quarto com uma bacia de água morna nos braços. Assim que a viu, Elias se deitou. Interpelou-a:
― Laila! Que fazes aqui?
― Ora, Elias! Vim cuidar de ti! Dar o cu para oito homens numa só noite não deve ser fácil! ― riu-se, ironicamente.
― Quê? ― assustou-se Elias. Estás louca?
― Pare de fingir, Elias! Todos na fazenda já sabem sobre ontem. Tu, por vontade própria, cedeste o traseiro para sete escravos mais o sinhozinho Marcos se divertirem.
― Isso... é invenção... Não sei do que se trata!
― Sabes sim, Elias! Tu és um desviado.
― Pare! Não sou, Laila.
― Sim, tu és! Tu apostaras teu cu com Sagas? Tu devias saber que Sagas não tem um “pintinho” como o de Marcos, como o teu ou dos outros brancos daqui. É enorme, mas tu cedeste o traseiro porque quis. E não me venhas tentar desmentir! Ontem, quando tu nos foste entregue, passamos uma pomada no teu cu que estava inchado, vermelho e largo.
― Mas... eles disseram que não iam contar!
― Eles te enganaram. Tu és chacota agora. Até os filhos de Marlon já sabem. Tu foste um corajoso em virar as costas pra sete negros bem dotados, Elias; e tens sorte de estar vivo.
Após um minuto silenciado, o humilhado Elias descarrega toda sua ira na moça, explodindo em xingamentos que foram ouvidos por negros dentro e ao redor do quarto:
― Isso é uma mentira! Aqueles negros fedorentos disseram que não iam falar nada, foi só por isso que eu cedi pra todos eles! Não sou andrógino e sobrevivi porque eles são uma vergonha como negros; tem paus pequenos como os de uma bando de chineses! Minúsculos e finos, entendeste?
Depois dessas palavras, Elias e Laila não se encontraram mais. A moça se casou, tinha seus afazeres, um marido bem dotado e os patrões para se dedicar, enquanto que Elias seguia como a chacota da fazenda. Ás vezes este a espiava de longe, enquanto tomava banho, mas só. Nunca se aproximava. Tinha vergonha.
A neve começou enfim a cair. O tempo passou, mas Elias ainda era chacota entre os escravos machos da fazenda de Marlon, por isso andava sempre às ocultas. Numa noite, este, desesperado, tentou raptar a bela Laila e fugir com ela, mas quando invadiu seu quarto, encontrou apenas o marido negro de Laila que, impiedosamente, lhe atravessou na cama, lhe rasgou as vestes traseiras e lhe estuprou. “Isso é para aprender a não raptar senhoras, sinhôzinho Elias!”, disse o negro, enterrando seu pau grosso no orifício latejante do branco Elias que gemia e esperneava em vão. O episódio só reforçou a fama homossexual de Elias entre os peões.
Elias, cansado das frequentes humilhações, um dia de nevasca, enfiou-se bosque adentro e foi embora. Já longe das terras de Marlon o ex-peão achou uma gruta e abrigou-se nela. De tão exausto, não acendeu sequer uma fogueira para aquecer seu sono. Lá adormeceu. Congelou. Morreu.
Meses depois, numa busca, alguns escravos encontraram os restos mortais de Elias. Reconheceram suas vestes e só então lhe deram uma sepultura improvisada. A gruta foi batizada de “a boca de Elias”. Desde aquele dia, a prática homossexual entre os brancos e mulatos bem dotados da fazenda virou rito em memória do peão Elias.

Jesús Blasco, 18 de Fevereiro de 2016.

( Leia a primeira parte clicando aqui )

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Inverno Quente - Parte 1/2

Text: J. Blasco

Era começo de inverno no Oregon. Um negro estuprava um branco, embrenhados no bosque. Os gemidos do branco passivo podiam ser ouvidos a uma curta distância. Eram Elias e Sagas. O branco Elias era penetrado agressivamente pelo bem dotado amigo Sagas. Há alguns meses atrás, o apaixonado Elias apostou com o então amigo Sagas que conquistaria o amor de Laila, uma negra por quem se apaixonara; e tão confiante em si, este apostou o próprio cu ao amigo escravo. Outro escravo acabou por ganhar a atenção da negra idealizada e Elias perdeu a aposta. E agora, na brenha densa, perdia também as pregas anais, brutalmente dilatadas pelo dote do amigo, como conseqüência de sua incomum paixão. Estava pagando a aposta. No fundo d’alma, Elias, mesmo sofrendo no começo, gostava de ser a vadia branca de Sagas. Sempre admirou seu mastro negro quando iam se banhar pelos rios. Mesmo assim, Elias escolheu o bosque para não ficar queimado e mal falado entre os demais escravos machos de Marlon, e ali, debalde tentava não gemer tão alto.
Cada vez que o pau grosso e cheio de veias do negro Sagas lhe rasgava o orifício anal, sua garganta, mesmo contra sua vontade, emitia voz que poderia ser ouvida. Parecia estar escrito em seu destino que alguém o ouviria e Elias viraria chacota na boca dos demais escravos e brancos da fazenda em que trabalhava.
Marcos, capataz do escravista Marlon, ao avistar o preto Sagas junto a Elias se afastando da fazenda e rumando para o bosque, imaginou que Elias, muito amigo dos escravos, poderia estar tentando libertar o negro Sagas. Ele então juntou alguns crioulos musculosos, armados de facões e os seguiu pela mata. Era impossível entrar no bosque e não ouvir os gemidos chorosos do branco passivo Elias. E foi assim que Marcos os encontrou. Ouviu a voz de Elias e, cautelosamente, ele e os demais escravos surpreenderam os dois no meio da transa. Marcos, revelando-se detrás de um rijo tronco:
― Que fazem aqui, os dois?
Sagas, assustando-se, salta de cima do traseiro de Elias, cobrindo o pênis ainda duro com as mãos. Marcos continua:
― Quer dizer que, quando acho que vocês estão fugindo, na realidade estão se embrenhando no bosque para se “curtirem”? ― seguido de um coro de gargalhadas dos demais escravos.
― A gente explica, Marcos! ― disse o trêmulo Elias, se levantando.
― Oh! Não se dê ao trabalho, Elias. Já que gostas de penetração, eu e meus negros queremos “curti-lo” também. ― disse abaixando as calças, logo imitado pelos seis negros bem dotados que o acompanhava.
Elias, naquele fim de tarde, cedeu o traseiro branco para os demais seis escravos que seguiam Marcos; além do próprio Marcos e Sagas, que o arrombou primeiro. Cada penetração lhe arrancava urros que eram abafados pelo bosque, cada pau parecia maior que o outro, e mesmo Marcos com seu pênis pequeno não se intimidou entre os negros dotados e também furou o traseiro branco de Elias.
Quando a noite caiu, Elias tinha no couro o esperma de oito homens; sete deles negros donos de rolas muito bem dotadas e rijas. Estes arrastaram Elias de volta a fazenda, visto que não se aguentava em pé. No caminho, Sagas foi obrigado a contar a Marcos a aposta que fizeram outro dia em troca de Marcos não lhe punir de alguma forma.
Na fazenda, Marlon aguardava o retorno do capataz e dos negros. Quando os viu surgir, foi logo ao encontro deles, na ourela. Assim que cumprimentado:
― Que aconteceu, Marcos?
― Nada demais, patrão. Não pretendiam fugir, mas quando nos viu, Elias correu e nos deu muito trabalho no bosque. Então, quando o capturamos, dei-lhe uma surra de pau. Por isso está assim, nem se aguenta de pé! ― relatou falsamente ao fazendeiro.
― Cuide disso. ― ordenou Marlon, antes de dar as costas ao capataz e os escravos.

Continua na próxima publicação.

( Leia a continuação clicando aqui )

sábado, 16 de abril de 2016

Chupa Minha Piroca?

Texto: V. Orestes

Era de tarde. Marcelinho jogava bola com o amiguinho Rodrigo, sozinhos no campo. Ambos tinham a mesma idade. Eram bons de futebol. Marcavam vários gols quando jogavam pelo time da escola, além de agitar a torcida.
Quando aquele jogo acabou, Rodrigo, cansado e suado, desencapou o pau para dar aquela mijada no gramado. Logo Marcelinho chegou ao seu lado, tirou sua rola para fora, descobriu a cabeça e soltou o mijo na grama também. Um olhou para o pau do outro. Rodrigo tinha o pau maior que o do amiguinho e logo cantou vantagem: “Que pintinho!”, riu-se ele enquanto esfregava a cabeça do seu pau na camisa do amigo Marcelinho, sujando-a de urina.
Marcelinho, que não se intimidou, lançou um “Cala a boca!” e também começou esfregar seu pau no amigo Rodrigo. Logo estavam esfregando um pau no outro. Como uma lutinha de espadas. “Minha espada é maior que a sua!” tornava a cantar o convencido Rodrigo. Marcelinho não falava nada. Só esfregava seu pintinho enquanto olhava o pinto do amigo.
Rodrigo, gostando da brincadeira, lança: “Chupa minha piroca?”, perguntou. “Só se você chupar a minha também!” respondeu Marcelinho, todo animado. Este se ajoelhou e enfiou o pau de Rodrigo na boca enquanto ele segurava sua cabeça.
Depois de Marcelinho ter babado bastante seu pinto, Rodrigo queria mais. “Vamos ali no banheiro?” convidou. Ambos entraram no lugar. Lá os dois abaixaram a roupa, Rodrigo pôs Marcelinho de quatro e comeu o seu cuzinho. Marcelinho gemia, mas estava gostando de sentir o pau do amiguinho encostar-se à sua bundinha. Aquela transa precoce durou algum tempo quando Rodrigo repetiu a dose: “Chupa minha piroca de novo?”. Marcelinho se ajoelhou e novamente enfiou o pinto duro do amigo na boca e o babou. Rodrigo soltou um jato de mijo na boca de Marcelinho, que saiu cuspindo e falando: “Eca, que nojo!”. Rodrigo riu do amigo. “Agora é sua vez de chupar o meu!”, reclamou Marcelinho.
O esperto Rodrigo vestiu-se rapidamente e depois zarpou do banheiro sem devolver a chupada ao colega. Marcelinho, pensando ter chegado alguém, vestiu-se depressa e também zarpou, alcançando Rodrigo na carreira. Já na rua, Marcelinho reclama:
― Eu chupei o seu, por que não chupou o meu?
― E eu sou baitola para ficar chupando pirocas? ― replica Rodrigo.
― Mas não é justo. Eu chupei o seu! ― torna a insistir, Marcelinho.
― Você chupou o meu porque foi bobo! Agora vou contar para a turma que você gosta de mamar pirocas! ― riu-se Rodrigo, correndo do amigo tapeado.
Desde então a fama de chupador que Marcelinho adquiriu se espalhou entre os amiguinhos do bairro e ele nunca mais deixou de ouvir o pedido “Chupa minha piroca?” e, claro, de atendê-los.

Virgílio Orestes, 18 de Fevereiro de 2016.